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Gaivotas…

 

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Ah!… Gaivotas…

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Abro a janela debruçada sobre o rio
Os gerânios que plantei, estão florindo!…
Sorriem para mim
Tal e qual imaginei que seria
As mesmas gaivotas cantadeiras!…
Revoando sobre o Tejo como D.Amália cantou.
O mesmo Tejo que Carlos do Carmo exaltou,
Até as docas e vagas contou!.
Contou e não encontrou o número certo dessa agonia,
Que é saber de Lisboa o máximo que ela tem.
É andar de dia
E à noite cantar o fado!…
O que me traz aflição?
É de fato o pequeno almoço brejeiro?
Ou o fado que trago na memória
Que passamos a noite a cantar?
Silêncio vai cantar o Fado!
Seguem-se as múltiplas emoções!…
Da voz, da interpretação e da figura em ação!
O xaile preto? É marca desta forte canção!
O xaile que age como um selo,
O vinho não falta sobre a mesa,
As guitarras choram a tocar,
O fado é uma vida a desfolhar-se.
O Tejo banha Lisboa
Subidas e descidas, narinas impregnadas,
Com o cheiro que tem Lisboa,
Varinas cantam para seu peixe entregar
É a emoção que nos toma o coração
Quando abro a janela
E debruçada sobre o Tejo
Vejo Lisboa acordar!
 
Denise Figueiredo
" In Cantos do Mundo"
Ed Abrali
 
 

     

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A «GAIVOTA»

A Gaivota

 

Como és bela gaivota, que suave o teu voar,

Lindas as tuas asas todas abertas ao vento,

Ensina-me os caminhos do teu imenso mar,

Quero voar longe com asas de pensamento.

 

Tu que amas o Mar a teu bel-prazer

Sem que alguém perturbe o teu voar,

Diz á alma minha, como pode vir a ter,

Alegria no viver e liberdade no amar.

 

Que felicidade a tua, ver tudo lá das alturas,

Voando em liberdade, horas e horas sem fim,

Quero voar contigo, largar minhas amarguras,

Quero a tua companhia, voando junto de mim.

 

Meu destino é amar sem fim,

Assim como o teu é voar, voar,

Descansa um pouco junto de mim,

Ensina-me o teu voar,

Eu ensino-te o meu  amar .

 

 
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Falar sobre Há fogo!

 

Citar Da minha grande Amiga e Poetisa Denise Figueiredo

Há fogo!

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Há fogo!

Hoje quero ler poesia
Navegar por olhos que choram.
Da dor,sons de violinos…Pura aleivosia!…
Que minha alma toca.
 

Que toca por encanto
De tão longe o meu coração
Só com palavras e, no entanto,
Chego a ver tua mão.
 

Cortaram as linhas,
Mas não apagaram o fogo.
Ele é o fulgor das letras
E o vulcão de palavras!
 

Que na poesia eu vejo,
Chorando por ensejo.
De ver tua mão e não  a tocar.
E isso tudo, por muito te amar

Denise Figueiredo
©2010
Do livro
Meus sonhos

 

 

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Portela Primavera -2010

 
A Portela é o  Bairro, onde moro desde 1986, era eu ainda um  jovem .como jovem era este Bairro.
Anteriormente vivi em Moscavide e ainda a Freguesia da Portela não existia, pois metade da então famosa Urbanização da Portela pertencia  a Sacavém e outra metade a Moscavide. Vi nascerem as primeiras ruas, vi fazer os buracos para implantar os edifícios.
Vi nascer e crecer este Bairro por lhe tenho amor e um carinho muito especial.
Existiam situações muito curiosas, pessoas que dentro da mesma casa ,comiam em Moscavide e dormiam em Sacavém e vice verso, pois alguns lotes foram construídos sobre a linha divisória  das duas Freguesias, ficando a cozinha  em Sacavém e os quartos em Moscavide.
Porque a Primavera esta a findar e no meu Bairro tive opotunidade de me diliciar conseguindo as melhores fotos da minha vida, decidi escrever uma poesia,que dedico á Juntade Freguesia da Portela, muito em especial aos jardineiros e aos responsaveis pelo pelouro do Ambiiente,

Portela Primavera 2010

 

O meu Bairro é a Portela

É o Bairro das mil Flores

Cada canteiro é aguarela

Das mais vistosas cores.

 

Árvores de verde ramagem,

Encanto dos Passarinhos,

Que se deleitam na folhagem,

Onde vão fazer seus ninhos.

 

Na relva pastam os Melros,

Saltitantes, irrequietos,

Com o bico remexem folhas,

Na captura dos insectos.

 

As Borboletas já tão raras,

Em especial as multicores,

Ainda temos privilégio,

De as ver nas nossas Flores.

 

Buganvílias em espaldar,

Dálias, cravos e hortenses,

São as rosas e malmequeres,

O encanto dos Portelenses.

 

A cor faz a vida mais bela,

As flores consolam o olhar,

Nas zonas verdes da Portela,

Dá gosto correr e saltar.

 

Respeitar o verde e a Flor,

É um acto inteligente,

De quem á vida dá valor,

Preservando o ambiente.

 

 

António Feliciano  – (Um morador da Portela)

 

Poesia dedicada á Junta de Freguesia da Portela

 

 
 
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Hoje preciso de agradecer

 

Obrigado senhor

 

 Pelo maravilhoso canto das aves e pelo sussurro do vento que passa na folhagem da floresta.

Que beleza teria isso para mim,se não tivesse ouvidos?

Obrigado Senhor       

 Pelos tons encantadores  verdes amarelos e castanhos da floresta

.Mas que encanto teriam para mime se  não tivessem vista?

 Obrigado Senhor.      

 Pelo cheiro puro das folhas vivas e Pelo aroma das folhas caídas que se transformam em húmus,

Pelo odor do musgo verde criado nas velhas árvores.

Mas como apreciava  perfumes tão  se não o sentisse nas narinas?

Obrigado Senhor

Pelos belos petiscos que comi,pelas gostosas refeições que me prepararam,

Pelos vinhos nobres e aromáticos que bebi.

Mas como teria apreciado tudo isso, se não fosse o meu paladar?

 Obrigado Senhor

 Pelas conversas, diálogos que mantenho em família,migos e na minha actividade profissional.

Pelas canções que cantei, pela poesia que recitei e poemas que declamei

Como tal seria  possível,se não tivesse língua e o dom da fala?

Obrigado Senhor

 Pelos amigos que me dás,que eu abraço com tanta amizade.

 Mas como retribuirira  o calor dum abraço se não tivesse braços para abaçar?        

 Obrigado Senhor

 Pela ternura, pela doçura dos beijos amorosos dispensados por quem me ama.

Mas como gozar desses momentos mágicos e deliciosos

Se não tivesse boca para beijar  e coração para sentir?             

 Obrigado Senhor

 Pela inspiração que Me deste no que acabo de escrever.

Mas como seria possível se não tivesse agilidade nos meus dedos e o meu cérebro a funcionar?

 Obrigado Senhor… por tudo o tenho…. por tudo o que sou,

 Quando chegar á Tua divina presença

Vou entregar todas as imagens que vi,

Todos os perfumeis que cheirei.

Todos os sons que ouvi,

Todos os abraços e beijos que troquei

Todos os caminhos que percorri,

Obrigado Senhor pelo dom da Vida

 

 
 
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Falar sobre Dia Internacional da MULHER

 

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Dia Internacional da MULHER

 
Deixo hoje  aqui a minha singela homenagem a todas as MULHERES  do Mundo, lembrando especialmente toas as que ainda são vítimas de descriminação, das que sofrem violências e que são privadas dos mais elementares direitos direitos humanos.
 
Do meu livro «Salpicos de Poesia»:
 

 

O MEU ABRAÇO

 

Seja qual for o teu momento agora,

Sente o meu abraço.

 

Se a tristeza tomou forma no teu coração?

Que o meu abraço possa levar-te alegria.

 

Se estiveres passando por algum tipo de privação?

Que o meu abraço te sirva de consolo.

 

Se há escuridão da tua vida?

Que o meu abraço seja hoje o teu Sol.

 

Se teu coração está mergulhado na dúvida?

Que o meu abraço seja, Fé no teu dia de amanhã.

 

Se o Amor não marca presença em tua Vida?

Que o meu abraço possa dar-te a confiança,

de que ele está no teu caminho,..muito perto,

e vem ao teu encontro,

…………………porque eu estou aqui, …………………eu estou neste poema que escrevi para ti!!!

 

António Feliciano 

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